Luciane Bischoff

Tuesday, January 02, 2007

ECS11


As Políticas Públicas Educacionais
Por lei todas as crianças tem direito e acesso a uma educação de qualidade e igualdade, mas sabemos que grande parte da população não tem oportunidade de freqüentar uma escola.O sistema educacional brasileiro atende uma pequena quantia da população que é desiqualmente distribúida. Sabemos que as oportunidades educacionais são oferecidas para a população de acordo com sua posição social. Sabemos que quanto mais pobres são as pessoas, mais pobres são as escolas e piores são as condições de trabalho dos professores. Assim percebo no meu minicípio e arredores.As escolas públicas por dependerem de verbas dos governos federais, estaduais e municípais, sofrem grandes dificuldades, desde os materiais didáticos e pedagógicos que são pobres e insuficientes, salários dos professores baixissimos, que influência na qualidade da educação. Mas também sabemos que algumas escolas públicas não perdem para algumas escolas particulares.Também podemos constatar que muitos jovem não conseguem frequentar um curso superior, devido a qualidade de ensimo que diferam ou em outras situações, precissam trabalhar para se sustentarem, e também a disputa desleal por um curso superior com outros jovem que se prepararam em cursinhos .Enfim, são vários os fatores que contribuem para essa total desigualdade na qualidade e no direito ao ecesso da educação de nossas crianças e jovens. O dia que os governantes se derem conta da real importância que é a educação para uma nação, com certeza teremos um Brasil mais justo e igualitário para todos.

PPP


A Escola Estadual de Ensino Médio Willybaldo B. Samrsla_CIEP_,diante do contexto social em que está inserida,assume um compromisso com a formação de um cidadão que busque conhecimento para melhoria da qualidade de vida.A proposta pedagógica da escola tem como princípios norteadores a busca e a construção:-Do respeito com justiça e amor-Da solidariedade-Do diálogo e troca de experiências-Da apropriação e a construção individual e coletiva do saber-Do prazer de aprender e participar-Da autonomiaDa liberdade de expressão.
O projeto político-pedagógico (PPP) da escola pode ser inicialmente entendido como um processo de mudança e de antecipação do futuro, que estabelece princípios, diretrizes e propostas de ação para melhor organizar, sistematizar e significar as atividades desenvolvidas pela escola como um todo. Sua dimensão político-pedagógica pressupõe uma construção participativa que envolve ativamente os diversos segmentos escolares. Ao desenvolvê-lo, as pessoas ressignificam suas experiências, refletem suas práticas, resgatam, reafirmam e atualizam valores, explicitam seus sonhos e utopias, demonstram seus saberes, dão sentido aos seus projetos individuais e coletivos, reafirmam suas identidades, estabelecem novas relações de convivência e indicam um horizonte de novos caminhos, possibilidades e propostas de ação. Este movimento visa à promoção da transformação necessária e desejada pelo coletivo escolar e comunitário. Nesse sentido, o projeto político-pedagógico é praxis, ou seja, ação humana transformadora, resultado de um planejamento dialógico, resistência e alternativa ao projeto de escola e de sociedade burocrático, centralizado e descendente. Ele é movimento de ação-reflexão-ação, que enfatiza o grau de influência que as decisões tomadas na escola exercem nos demais níveis educacionais.

ESC 6




Ser/estar x Papéis
Na minha escola ao mesmo tempo em que nos professores somos dominados pela lei imposta pela direção e pela LDB, somos dominantes perante nossos alunos.Ser/estar x PapéisUma situação vivida na minha escola de dominação foi quando uma professora chegou à escola com um projeto construtivista, e como a escola era tradicional a direção não aceitou o seu projeto nem dando chance para mostrar, tendo então que se enquadrar no projeto tradicional da escola.
Poder/Hierarquia

Nossa escola mesmo tendo uma realidade social muitas vezes diferente, os professores tem que conduzir seus trabalhos conforme determina a LDB, o poder desta lei é tão grande que se o professor não segui-la pode até ser “excluído” do corpo docente.Muitas pessoas usam e abusam do poder de dominantes e assim formam uma sociedade com muita desigualdade e injustiça.


Ser feliz não é ter uma vida perfeitaSer feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios e perdas. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas. e se tornar autor da própria história. Ser feliz é uma conquista e não obra do acaso.UM FELIZ 2007 Que Neste Ano Novo, Possamos Compartilhar Muitas Alegrias, e Inumeras Esperanças.

Ser Professor... Ser professora


Meu nome é Luciane Bischoff,trabalho hà 4 anos na Escola Estadual de Ensino Médio Willybaldo B. Smrsla-CIEP-,no município de Taquara,RS.Atualmente estou com uma turminha de 4º série com 35 alunos no turno da manhã , a tarde tenho tenho uma turma do ensino fundamental(5ºsérie) .Novos alunos,novas idéias,novas conquistas. Amo tudo o que eu faço pois é tudo feito com muita dedicação.

Marx e Engels-ECS 9 Recuperacao/Grupo pink


Para postar essas informações sobre Marx e Engels foi utilizado a seguinte referência blibliográfica:• Departamento de Filosofia, Edições didáticas Filosofia 2º ano. Rio de Janeiro, 1998.• CARREIRO, C.H. Porto. Marx Está Morto ? Rio de Janeiro: EDC. 1980.• MARX, Karl & ENGELS, Friedrich. Manifesto Comunista. Rio de Janeiro: Garamond. 1998.• ALENCAR, Chico. Rebeldes com Causa. Rio de Janeiro: Garamond. 1998.• BATALHA, Wilson S. C. O Declínio dos Mitos e suas Origens. São Paulo: LTR. 1995.• Enciclopédia Mirador vol. 13. São Paulo. 1976• Enciclopédia Delta-Koogan Houaiss Digital vol.1. São Paulo. 1997.• Enciclopédia Larousse Cultural vol. 16. São Paulo. 1998.• Enciclopédia Almanaque Abril – CD-ROM, 1998Princípios.• Páginas na Internet:Home Page Comunista: http://www.geocities.com/Pentagon/8768/ : http://www.chicoalencar.com.br/


O MANIFESTO COMUNISTA Manifesto Comunista fez a humanidade caminhar. Não em direção ao paraíso, mas na busca (raramente bem sucedida, até agora) da solução de problemas como a miséria e a exploração do trabalho. Rumo à concretização do princípio, teoricamente aceito há 200 anos, diz que “todos os homens são iguais”. E sublinhando a novidade que afirmava que os pobres, os pequenos, os explorados também podem ser sujeitos de suas vidas.Por isso é um documento histórico, testemunho da rebeldia do seres humanos. Seu texto, racional, aqui e ali bombástico e, em diversas passagens irônico, mal esconde essa origem comum com homens e mulheres de outros tempos: o fogo que acendeu a paixão da Liga dos Comunistas, reunida em Londres no ano de 1847, não foi diferente do que incendiou corações e mentes na luta contra a escravidão clássica, contra a servidão medieval, contra o obscurantismo religioso e contra todas as formas de opressão.A Liga dos Comunistas encomendou a Marx e a Engels a elaboração de um texto que tornasse claros os objetivos dela e sua maneira de ver o mundo. E isto foi feito pelos dois jovens, um de 30 e o outro de 28 anos. Portanto, o Manifesto Comunista é um conjunto afirmativo de idéias, de “verdades” em que os revolucionários da época acreditavam, por conterem, segundo eles, elementos científicos – um tanto economicistas – para a compreensão das transformações sociais. Nesse sentido, o Manifesto é mais um monumento do que um documento... Pétreo, determinante, forte: letras, palavras, e frases que queriam Ter o poder de uma arma para mudar o mundo, colocando no lugar “da velha sociedade burguesa uma associação na qual o livre desenvolvimento de cada membro é a condição para o desenvolvimento de todos.” O Manifesto tem uma estrutura simples: uma breve introdução, três capítulos e uma rápida conclusão.A introdução fala com um certo orgulho, do medo que o comunismo causa nos conservadores. O “fantasma” do comunismo assusta os poderosos e une, em uma “santa aliança”, todas as potências da época. É a velha “satanização” do adversário, que está “fora da ordem”, do “desobediente”. Mas o texto mostra o lado positivo disso: o reconhecimento da força do comunismo. Se assusta tanto, é porque tem alguma presença. Daí a necessidade de expor o modo comunista de ver o mundo e explicar suas finalidades, tão deturpadas por aqueles que o “demonizam”.A parte I, denominada “Burgueses e Proletários”, faz um resumo da história da humanidade até os dias de então, quando duas classes sociais antagônicas (as que titulam o capítulo) dominam o cenário.A grande contribuição deste capítulo talvez seja a descrição das enormes transformações que a burguesia industrial provocava no mundo, representando “na história um papel essencialmente revolucionário”.Com a argúcia de quem manejava com destreza instrumentos de análise socioeconômica muito originais na época, Marx e Engels relatam (com sincera admiração !) o fenômeno da globalização que a burguesia implementava, mundializando o comércio, a navegação, os meios de comunicação.O Manifesto fala de ontem mas parece dizer de hoje. O desenvolvimento capitalista libera forças produtivas nunca vistas, “mais colossais e variadas que todas as gerações passadas em seu conjunto”. O poderio do capital que submete o trabalho é anunciado e nos faz pensar no agora do revigoramento neoliberal: nos últimos 40 anos deste século XX, foram produzidos mais objetos do que em toda a produção econômica anterior, desde os primórdios da humanidade. A revolução tecnológica e científica a que assistimos, cujos ícones são os computadores e satélites e cujo poder hegemônico é a burguesia, não passa de continuação daquela descrita no Manifesto , que “criou maravilhas maiores que as pirâmides do Egito, que os aquedutos romanos e as catedrais góticas; conduziu expedições maiores que as antigas migrações de povos e cruzadas”. Um elogio ao dinamismo da burguesia ?Impiedoso com os setores médios da sociedade – já minoritários nas formações sociais mais conhecidas da Europa - , o Manifesto chega a ser cruel com os desempregados, os mendigos, os marginalizados, “essa escória das camadas mais baixas da sociedade”, que pode ser arrastada por uma revolução proletária mas, por suas condições de vida, está predisposta a “vender-se à reação”. Dá a entender que só os operários fabris serão capazes de fazer a revolução.A relativização do papel dos comunistas junto ao proletariado é o aspecto mais interessante da parte II, intitulada “Proletários e Comunistas”.Depois de quase um século de dogmatismos, partidos únicos e “de vanguarda” portadores de verdade inteira, é saudável ler que “os comunistas não formam um partido à parte, oposto a outros partidos operários, e não têm interesses que os separem do proletariado em geral”.Embora, sem qualquer humildade, o Manifesto atribua aos comunistas mais decisão, avanço, lucidez e liderança do que às outras frações que buscam representar o proletariado, seus objetivos são tidos como comuns: a organização dos proletários para a conquista do poder político e a destruição de supremacia burguesa.O “fantasma” do comunismo assombrava a Europa e o livro procura contestar, nessa parte, todos os estigmas que as classes poderosas e influentes jogavam sobre ele. Vejamos alguns desses estigmas, bastante atuais, e a resposta do Manifesto:Os comunistas querem acabar com toda a propriedade, inclusive a pessoal !Você já deve ter ouvido isso... Em 1989, no Brasil, quando Lula quase chegou lá, seus adversários espalharam o boato de que as famílias de classe média teriam que dividir suas casas com os sem-teto... A bobagem é velha, de 150 anos. Marx e Engels responderam que queriam abolir a propriedade burguesa, capitalista. Para os socialistas, a apropriação pessoal dos frutos do trabalho e aqueles bens indispensáveis à vida humana eram intocáveis. Ao que se sabe, roupas, calçados, moradia não são geradores de lucros para quem os possui... O Manifesto a esse respeito, foi definitivo, apesar de a propaganda anticomunista e burra não ter lhe dado ouvidos: “O comunismo não retira a ninguém o poder de apropriar-se de sua parte dos produtos sociais, tira apenas o poder de escravizar o trabalho de outrem por meio dessa apropriação.”Os comunistas querem acabar com a família e com a educação !Sempre há alguém pronto para falar do comunista “comedor de criancinha”. Ao ouvir isso, não deixe de indagar se uma família pode viver com o salário mínimo, o pai e mão desempregados e uma moradia sem fornecimento de água e sem luz. E se uma criança pode ser educada para a vida numa escola pública abandonada pelo governo, que finge que paga aos professores e funcionários. Na sociedade capitalista a educação é, ela própria, um comércio, uma atividade lucrativa... Os comunistas querem socializar as mulheres !Essa fazia parte do catecismo de “satanização” das idéias socialistas. “Para o burguês, sua mulher nada mais é que um instrumento de produção. Ouvindo dizer que os instrumento de produção serão postos em comum, ele conclui naturalmente que haverá comunidade de mulheres. O burguês não desconfia que se trata precisamente de dar à mulher outro papel que o de simples instrumento de produção.” É bom lembrar que alguns socialistas, até hoje, não conseguiram aceitar essa nova compreensão da mulher. O machismo nega o marxismo...A parte III, denominada “Literatura Socialista e Comunista” faz fortes críticas às diferentes correntes socialistas da época.O Manifesto corta com a afiada faca da ironia três tipos de socialismo da época: o “socialismo reacionário” (subdividido em socialismo feudal, socialismo pequeno-burguês e socialismo alemão, o “socialismo conservador e burguês” e o “socialismo e comunismo crítico-utópico”.Nesse capítulo a obra mostra seu caráter temporal, quase local. Revela sua profunda imersão na efervescência das idéias e combates daquela época, quando a aristocracia, para salvar os dedos já sem seus ricos anéis, condena a burguesia e, numa súbita generosidade, tece loas a um vago socialismo.A conclusão, “Posição dos Comunistas Diante dos Diferentes Partidos de Oposição” é um relato das táticas adotadas naquele momento pelos comunistas, na França, na Suíça, na Polônia e na Alemanha. Estados Unidos e Rússia, que viviam momentos de alta tensão social e política, não são mencionados, como reconheceu Engels em maio de 1890, ao destacar com sinceridade “o quanto era estreito o terreno de ação do movimento proletário no momento da primeira publicação do Manifesto em fevereiro de 1848”.O Manifesto Comunista como não poderia deixar de ser, termina triunfalista e animando. Não quer espiritualizar e sim emocionar para a luta. Curiosamente, retoma a idéia do “fantasma”, ao desejar que “as classes dominantes tremam diante da idéia de uma revolução comunista”. Os proletários, que têm um mundo a ganhar com a revolução, também são, afinal, conclamados, na célebre frase, que tantos sonhos, projetos de vida e revoluções sociais já inspirou: TEXTO COMPLEMENTAR:
O ENREDO DE MARX E ENGELS
(Texto de Chico Alencar, publicado n’ O Globo em 20/02/98)
Os dois rapazes não fizeram por menos: Karl Marx, 30 anos, e Friedrich Engels, 28, queriam que o seu Manifesto Comunista desfilasse por todas as principais avenidas do mundo, parando para uma homenagem especial nas portas das fábricas. A apoteose, que faria tremer a burguesia, tinha um nome: revolução. Foi há exatamente l50 anos, num 20 de fevereiro. O pequeno livro, em alemão, teve uma tiragem inicial de apenas mil exemplares, mas sacudiu consciências com seu conhecidíssimo refrão final: “ proletários de todos os países, uni-vos!”. Os unidos da Liga Comunista deveriam ser os trabalhadores das indústrias do século passado, que compunham uma das mais numerosas e espoliadas alas daquele desfile social. Para os conservadores de todo o tipo, o comunismo era um “fantasma”, um “espectro que rondava a Europa”. No Manifesto de tantas alegorias, a nobreza decadente, agarrando-se como podia ao que lhe restava de poder, formava a parte mais retrógrada. A burguesia até que merecia destaque, tal sua capacidade de mudar o mundo, transnacionalizando mercados, universalizando literaturas, derrubando fronteiras, implantando novas técnicas de produção, transportes e comunicação. A burguesia era um luxo só: “criou maravilhas maiores que as pirâmides do Egito, os aquedutos romanos, as catedrais góticas”. Mas, “como um feiticeiro que não controla mais as forças que desencadeou (...) produz o seu próprio coveiro: o proletariado”. A ala dos barões famintos de absolutismo monárquico e dos napoleões retintos da fuligem das fábricas, que sujava os seus ternos de casimira inglesa, tinha seguidores: a classe média de pequenos proprietários rurais e artesãos e a “escória das camadas mais baixas da sociedade”, o lumpezinato. Na evolução da revolução, a tendência desses setores, segundo Marx e Engels, era de se aliar à reação, ao conservadorismo. Fossem eles camponeses aferrados a valores tradicionais, fossem mendigos, desempregados, os marginalizados das cidades. No quesito empolgação o Manifesto Comunista arrebentou. Após detectar, com coragem, que a história da Humanidade, até então, “era a história da luta de classes”, comentava quase elogiosamente a revolução burguesa (o relativo fascínio com o industrialismo e com a ruptura da velha ordem se explica: afinal, “as idéias dominantes de uma época são as idéias da classe dominante”...). E anunciava, profético, messiânico, o advento de um tempo de justiça (não necessariamente de mais delicadeza, Chico Buarque da Mangueira), sem classes e antagonismos, onde “o livre desenvolvimento de cada um é a condição do livre desenvolvimento de todos”. O Manifesto era arrebatador: os proletários “nada têm a perder, a não ser suas cadeias”. Essa força afirmativa, anunciando a revolução logo ali, na esquina, conquistou corações e mentes. E tinha a ver com a violenta realidade européia. Ainda cheirando a tinta, o Manifesto era brandido nas ruas rebeladas de Paris, nas cidades alemãs, nas insurreições italianas, naquela Europa da “primavera dos povos” do século XIX. Poucos imaginavam que os ideais de liberdade, igualdade e fraternidade seriam substituídos pela presença da infantaria, cavalaria e artilharia... A serviço de uma burguesia sem fantasias, assustada e anti-histórica, aliada à aristocracia histérica. Contra o povo, contra a revolução, contra o socialismo, fosse ele “utópico”, “pequeno-burguês”, “feudal” ou “científico”.Já no quesito previsão, o Manifesto cronometrou mal e ficou perto da nota zero. A revolução não aconteceu primordialmente nos países mais industrializados; a Rússia, que só apareceu no prefácio de Engels à terceira edição (l890), iniciou, pioneira, a construção do socialismo; a classe operária, mesmo sem ir ao paraíso na economia de mercado, não assumiu plenamente sua condição congênita de revolucionária; as formações sociais não realizaram a passagem automática do capitalismo ao socialismo ; o chamado socialismo real acabou por se constituir não num estágio sócio-político e cultural superior, mas num capitalismo de estado onde a burocracia da nomenclatura passou a ser a nova forma de dominação. Assim o Manifesto Comunista aconteceu. Vai passar? O que fica desse desfile sesquicentenário? Muita coisa: a originalidade de um texto que é, a um só tempo, panfletário e profundo, agitativo e teórico, conclamador e reflexivo. Documento e... monumento de um tempo. Histórico, datado, e permanente, já clássico, como um Shakespeare, como a Bíblia, como Dom Quixote - seus competidores em termos editoriais. A criatividade de um método de análise que, de forma clara, destacou a força do econômico e o condicionamento social dos costumes, das filosofias, das religiões, da cultura. A autenticidade de intelectuais que também eram militantes, comprometidos com as lutas sociais de seu tempo, e que por isso amargaram perseguições, exílios, censuras, incompreensões. E até a “quarta feira de cinzas” de seus autores, ao ver ( não sejamos tão materialistas...) que, no século vinte, sua rebeldia plena de razões degenerou em stalinismo, centralismo, repressão, burocracia. Mas o carnaval de idéias novas, solidárias, o batuque que mexe com corpos solitários e apáticos, os adereços de uma sociedade feliz que o Manifesto trouxe continuam eletrizando, por que a História só tem fim com o fim da Humanidade inteira. E a comissão de frente da Mocidade Utópica do Terceiro Milênio está aí, com poetas, cientistas, operários, lavradores e esses ousados partideiros, que teimaram em portar bandeiras generosas: os bambas Marx e Engels. Continuemos sua obra inconclusa, que, apesar dos que a atravessaram, dá samba, pede povo, aposta na harmonia e nunca quis ser fechada. Abram alas!


CONCEITOS:O CAPITALISMO tem seu início na Europa. Suas características aparecem desde a baixa idade média (do século XI ao XV) com a transferência do centro da vida econômica social e política dos feudos para a cidade. O feudalismo passava por uma grave crise decorrente da catástrofe demográfica causada pela Peste Negra que dizimou 40% da população européia e pela fome que assolava o povo. Já com o comércio reativado pelas Cruzadas(do século XI ao XII), a Europa passou por um intenso desenvolvimento urbano e comercial e, conseqüentemente, as relações de produção capitalistas se multiplicaram, minando as bases do feudalismo. Na Idade Moderna, os reis expandem seu poderio econômico e político através do mercantilismo e do absolutismo. Dentre os defensores deste temos os filósofos Jean Bodin("os reis tinham o direito de impor leis aos súditos sem o consentimento deles"), Jacques Bossuet ("o rei está no trono por vontade de Deus") e Niccòlo Machiavelli("a unidade política é fundamental para a grandeza de uma nação"). Com o absolutismo e com o mercantilismo o Estado passava a controlar a economia e a buscar colônias para adquirir metais(metalismo) através da exploração. Isso para garantir o enriquecimento da metrópole. Esse enriquecimento favorece a burguesia - classe que detém os meios de produção - que passa a contestar o poder do rei, resultando na crise do sistema absolutista. E com as revoluções burguesas, como a Revolução Francesa e a Revolução Inglesa, estava garantido o triunfo do capitalismo.A partir da segunda metade do século XVIII, com a Revolução Industrial, inicia-se um processo ininterrupto de produção coletiva em massa, geração de lucro e acúmulo de capital. Na Europa Ocidental, a burguesia assume o controle econômico e político. As sociedades vão superando os tradicionais critérios da aristocracia (principalmente a do privilégio de nascimento) e a força do capital se impõe. Surgem as primeiras teorias econômicas: a fisiocracia e o liberalismo. Na Inglaterra, o escocês Adam Smith (1723-1790), percursor do liberalismo econômico, publica Uma Investigação sobre Naturezas e Causas da Riqueza das Nações, em que defende a livre-iniciativa e a não-interferência do Estado na economia.Deste ponto, para a atual realidade econômica, pequenas mudanças estruturais ocorreram em nosso fúnebre sistema capitalista.SOCIALISMO - A História das Idéias Socialistas possui alguns cortes de importância. O primeiro deles é entre os socialistas Utópicos e os socialistas Científicos, marcado pela introdução das idéias de Marx e Engels no universo das propostas de construção da nova sociedade. O avanço das idéias marxistas consegue dar maior homogeneidade ao movimento socialista internacional. Pela primeira vez, trabalhadores de países diferentes, quando pensavam em socialismo, estavam pensando numa mesma sociedade - aquela preconizada por Marx - e numa mesma maneira de chegar ao poder.COMUNISMO - As idéias básicas de Karl Marx estão expressas principalmente no livro O Capital e n'O Manifesto Comunista, obra que escreveu com Friedrich Engels, economista alemão. Marx acreditava que a única forma de alcançar uma sociedade feliz e harmoniosa seria com os trabalhadores no poder. Em parte, suas idéias eram uma reação às duras condições de vida dos trabalhadores no século XIX, na França, na Inglaterra e na Alemanha. Os trabalhadores das fábricas e das minas eram mal pagos e tinham de trabalhar muitas horas sob condições desumanas.Marx estava convencido que a vitória do comunismo era inevitável. Afirmava que a história segue certas leis imutáveis, à medida que avança de um estágio a outro. Cada estágio caracteriza-se por lutas que conduzem a um estágio superior de desenvolvimento. O comunismo, segundo Marx, é o último e mais alto estágio de desenvolvimento.Para Marx, a chave para a compreensão dos estágios do desenvolvimento é a relação entre as diferentes classes de indivíduos na produção de bens. Afirmava que o dono da riqueza é a classe dirigente porque usa o poder econômico e político para impor sua vontade ao povo. Para ele, a luta de classes é o meio pelo qual a história progride. Marx achava que a classe dirigente jamais iria abrir mão do poder por livre e espontânea vontade e que, assim, a luta e a violência eram inevitáveis.O ANARQUISMO foi a proposta revolucionária internacional mais importante do mundo durante a segunda metade do século XIX e início do século XX, quando foi substituído pelo marxismo (comunismo). Em suma, o anarquismo prega o fim do Estado e de toda e qualquer forma de governo, que seriam as causas da existência dos males sociais, que devem ser substituídos por uma sociedade em que os homens são livres, sem leis, polícia, tribunais ou forças armadas. A sociedade anarquista seria organizada de acordo com a necessidade das comunidades, cujas relações seriam voltadas ao auto-abastecimento sem fins lucrativos e à base de trocas. A doutrina, que teve em Bakunin seu grande expoente teórico, organizou-se primeiramente na Rússia, expandindo-se depois para o resto da Europa e também para os Estados Unidos. O auge de sua propagação deu-se no final do século XIX, quando agregou-se ao movimento sindical, dando origem ao anarco-sindicalismo, que pregava que os sindicatos eram os verdadeiros agentes das transformações sociais. Com o surgimento do marxismo, entretanto, uma proposta revolucionária mais adequada ao quadro social vigente no século XX, o anarquismo entrou em decadência. Sem, contudo, deixar de ter tido sua importância histórica, como no episódio em que os anarquistas italianos Nicola Sacco e Bartolomeo Vanzetti foram executados por assassinato em 1921, nos EUA, mesmo com as inúmeras evidências e testemunhos que provavam sua inocência.


Marx e EngelsEconomista, filósofo e socialista alemão, Karl Marx nasceu em Trier em 5 de Maio de 1818 e morreu em Londres a 14 de Março de 1883. Estudou na universidade de Berlim, principalmente a filosofia hegeliana, e formou-se em Iena, em 1841, com a tese Sobre as diferenças da filosofia da natureza de Demócrito e de Epicuro. Em 1842 assumiu a chefia da redação do Jornal Renano em Colônia, onde seus artigos radical-democratas irritaram as autoridades. Em 1843, mudou-se para Paris, editando em 1844 o primeiro volume dos Anais Germânico-Franceses, órgão principal dos hegelianos da esquerda. Entretanto, rompeu logo com os líderes deste movimento, Bruno Bauer e Ruge. Em 1844, conheceu em Paris, Friedrich Engels, filósofo alemão, nascido em Barmen em 28 de Novembro de 1820. Foi o início de uma amizade íntima durante a vida toda. No ano seguinte, foi expulso da França, radicando-se em Bruxelas e participando de organizações clandestinas de operários e exilados. Ao mesmo tempo em que na França estourou a revolução, em 24 de fevereiro de 1848, Marx e Engels publicaram o folheto O Manifesto Comunista, primeiro esboço da teoria revolucionária que, mais tarde, seria chamada marxista. Voltou para Paris, mas assumiu logo a chefia do Novo Jornal Renano em colônia, primeiro jornal diário francamente socialista. Depois da derrota de todos os movimentos revolucionários na Europa e o fechamento do jornal, cujos redatores foram denunciados e processados, Marx foi para Paris e daí expulso, para Londres, onde fixou residência. Em Londres, dedicou-se a vastos estudos econômicos e históricos, sendo freqüentador assíduo da sala de leituras do British Museum. Escrevia artigos para jornais norte-americanos, sobre política exterior, mas sua situação material esteve sempre muito precária. Foi generosamente ajudado por Engels, que vivia em Manchester em boas condições financeiras.Para sustentar-se e ajudar Marx, Engels trabalhou como subordinado nos escritórios da Ermen & Engels, em Manchester. Novamente foi bem-sucedido como homem de negócios. Assim pôde também sustentar Marx, sua mulher e as duas filhas, enquanto o filósofo se dedicava exclusivamente aos estudos. Ou melhor, talvez nem tanto, Afinal, Marx engravidou a empregada de sua família. Para evitar o escândalo, Engels assumiu a paternidade da criança. Em 1864, Marx foi co-fundador da Associação Internacional dos Operários, depois chamada I Internacional, desempenhando dominante papel de direção. Em 1867 publicou o primeiro volume da sua obra principal, O Capital. Dentro da I Internacional encontrou Marx a oposição tenaz dos anarquistas, liderados por Bakunin, e em 1872, no Congresso de Haia, a associação foi praticamente dissolvida. Em compensação, Marx podia patrocinar a fundação, em 1875, do Partido Social-Democrático alemão, que foi, porém, logo depois, proibido. Não viveu bastante para assistir às vitórias eleitorais deste partido e de outros agrupamentos socialistas da Europa. Marx apresentava uma filosofia revolucionária que procurava demonstrar as contradições internas da sociedade de classes e as exigências de superação. Na teoria marxista, o materialismo histórico pretende a explicação da história das sociedades humanas, em todas as épocas, através dos fatos materiais, essencialmente econômicos e técnicos. A sociedade é comparada a um edifício no qual as fundações, a infra-estrutura, seriam representadas pelas forças econômicas, enquanto o edifício em si, a superestrutura, representaria as idéias, costumes, instituições (políticas, religiosas, jurídicas, etc). “O que Marx mais critica é a questão de como compreender o que é o homem. Não é o ter consciência (ser racional), nem tampouco ser um animal político, que confere ao homem sua singularidade, mas ser capaz de produzir suas condições de existência, tanto material quanto ideal, que diferencia o homem.”A essência do homem é não ter essência, a essência do homem é algo que ele próprio constrói, ou seja, a História. “A existência precede a essência”; nenhum ser humano nasce pronto, mas o homem é, em sua essência, produto do meio em que vive, que é construído a partir de suas relações sociais em que cada pessoa se encontra. Assim como o homem produz o seu próprio ambiente, por outro lado, esta produção da condição de existência não é livremente escolhida, mas sim, previamente determinada. O homem pode fazer a sua História mas não pode fazer nas condições por ele escolhidas. O homem é historicamente determinado pelas condições, logo é responsável por todos os seus atos, pois ele é livre para escolher. Logo todas as teorias de Marx estão fundamentadas naquilo que é o homem, ou seja, o que é a sua existência. O Homem é condenado a ser livre.As relações sociais do homem são tidas pelas relações que o homem mantém com a natureza, onde desenvolve suas práticas, ou seja, o homem se constitui a partir de seu próprio trabalho, e sua sociedade se constitui a partir de suas condições materiais de produção, que dependem de fatores naturais (clima, biologia, geografia...) ou seja, relação homem-Natureza, assim como da divisão social do trabalho, sua cultura. Logo, também há a relação homem-Natureza-Cultura.“As relações sociais são inteiramente interligadas às forças produtivas. Adquirindo novas forças produtivas, os homens modificam o seu modo de produção, a maneira de ganhar a vida, modificam todas as relações sociais. O moinho a braço vos dará a sociedade com o suserano; o moinho a vapor, a sociedade com o capitalismo industrial.” Tal afirmação, defendendo rigoroso determinismo econômico em todas as sociedades humanas, foi estabelecida por Marx e Engels dentro do permanente clima de polêmica que mantiveram com seus opositores, e atenuada com a afirmativa de que existe constante interação e interdependência entre os dois níveis que compõe a estrutura social: da mesma maneira pela qual a infra-estrutura atua sobre a superestrutura, sobre os reflexos desta, embora, em última instância, sejam os fatores econômicos as condições finalmente determinantes. Pretendendo caracterizar não apenas uma visão econômica da história, mas também uma visão histórica da economia, a teoria marxista também procura explicar a evolução das relações econômicas nas sociedades humanas ao longo do processo histórico. Haveria, segundo a concepção marxista, uma permanente dialética das forças entre poderosos e fracos, opressores e oprimidos, a história da humanidade seria constituída por uma permanente luta de classes, como deixa bem claro a primeira frase do primeiro capítulo d’O Manifesto Comunista: A história de toda sociedade passado é a história da luta de classes.Classes essas que, para Engels são “os produtos das relações econômicas de sua época”. Assim apesar das diversidades aparentes, escravidão, servidão e capitalismo seriam essencialmente etapas sucessivas de um processo único. A base da sociedade é a produção econômica. Sobre esta base econômica se ergue uma superestrutura, um estado e as idéias econômicas, sociais, políticas, morais, filosóficas e artísticas. Marx queria a inversão da pirâmide social, ou seja, pondo no poder a maioria, os proletários, que seria a única força capaz de destruir a sociedade capitalista e construir uma nova sociedade, socialista.Para Marx os trabalhadores estariam dominados pela ideologia da classe dominante, ou seja, as idéias que eles têm do mundo e da sociedade seriam as mesmas idéias que a burguesia espalha. O capitalismo seria atingido por crises econômicas porque ele se tornou o impedimento para o desenvolvimento das forças produtivas. Seria um absurdo que a humanidade inteira se dedica-se a trabalhar e a produzir subordinada a um punhado de grandes empresários. A economia do futuro que associaria todos os homens e povos do planeta, só poderia ser uma produção controlada por todos os homens e povos. Para Marx, quanto mais o mundo se unifica economicamente mais ele necessita de socialismo. Não basta existir uma crise econômica para que haja uma revolução. O que é decisivo são as ações das classes sociais que, para Marx e Engels, em todas as sociedades em que a propriedade é privada existem lutas de classes (senhores x escravos, nobres feudais x servos, burgueses x proletariados). A luta do proletariado do capitalismo não deveria se limitar à luta dos sindicatos por melhores salários e condições de vida. Ela deveria também ser a luta ideológica para que o socialismo fosse conhecido pelos trabalhadores e assumido como luta política pela tomada do poder. Neste campo, o proletariado deveria contar com uma arma fundamental, o partido político, o partido político revolucionário que tivesse uma estrutura democrática e que buscasse educar os trabalhadores e levá-los a se organizar para tomar o poder por meio de uma revolução socialista.Marx tentou demonstrar que no capitalismo sempre haveria injustiça social, e que o único jeito de uma pessoa ficar rica e ampliar sua fortuna seria explorando os trabalhadores, ou seja, o capitalismo, de acordo com Marx é selvagem, pois o operário produz mais para o seu patrão do que o seu próprio custo para a sociedade, e o capitalismo se apresenta necessariamente como um regime econômico de exploração, sendo a mais-valia a lei fundamental do sistema. A força vendida pelo operário ao patrão vai ser utilizada não durante 6 horas, mas durante 8, 10, 12 ou mais horas. A mais-valia é constituída pela diferença entre o preço pelo qual o empresário compra a força de trabalho (6 horas) e o preço pelo qual ele vende o resultado (10 horas por exemplo). Desse modo, quanto menor o preço pago ao operário e quanto maior a duração da jornada de trabalho, tanto maior o lucro empresarial. No capitalismo moderno, com a redução progressiva da jornada de trabalho, o lucro empresarial seria sustentado através do que se denomina mais-valia relativa (em oposição à primeira forma, chamada mais-valia absoluta), que consiste em aumentar a produtividade do trabalho, através da racionalização e aperfeiçoamento tecnológico, mas ainda assim não deixa de ser o sistema semi-escravista, pois “o operário cada vez se empobrece mais quando produz mais riquezas”, o que faz com que ele “se torne uma mercadoria mais vil do que as mercadorias por ele criadas”. Assim, quanto mais o mundo das coisas aumenta de valor, mais o mundo dos homens se desvaloriza. Ocorre então a alienação, já que todo trabalho é alienado, na medida em que se manifesta como produção de um objeto que é alheio ao sujeito criador. O raciocínio de Marx é muito simples: ao criar algo fora de si, o operário se nega no objeto criado. É o processo de objetificação. Por isso, o trabalho que é alienado (porque cria algo alheio ao sujeito criador) permanece alienado até que o valor nele incorporado pela força de trabalho seja apropriado integralmente pelo trabalhador. Em outras palavras, a produção representa uma negação, já que o objeto se opõe ao sujeito e o nega na medida em que o pressupõe e até o define. A apropriação do valor incorporado ao objeto graças à força de trabalho do sujeito-produtor, promove a negação da negação. Ora, se a negação é alienação, a negação da negação é a desalienação. Ou seja, a partir do momento que o sujeito-produtor dá valor ao que produziu, ele já não está mais alienado.

Wednesday, December 27, 2006


Deixe o Natal entrar pela janela e ocupar o seu coração,
Deixe a alegria do Ano Novo vir chegando de mansinho,
Deixe a felicidade tomar conta de você.
Afinal de contas, este ano vai ser o melhor de sua vida,
Que o espírito natalino lote seu coração e que receba sempre bençãos cheias de paz e muitas felicidades.
Feliz Natal e Um Maravilhoso 2007...

Monday, December 11, 2006

Émile Durkheim Semana 2 / Atividade 3



"A religião não é somente um sistema de idéias, antes disso ela é todo um sistema de forças.”

Émile Durkheim, França, Sociólogo(1858-1917)


Questões respondidas com base na leitura do texto: DURKHEIM, Emile. A educação como um processo socializador: função homogenizadora e função diferenciadoraIn PEREIRA, LUIZ e FORACHI, Marialice. Educação e sociedade: leituras de sociologia da educação. 8.ed.São Paulo: Nacional, 1977.
1) Qual a posição de Durkheim frente ao que diz Sturart Mill?
Durkheim frente ao que diz Stuart Mill , não concorda e acredita que a influência das coisas sobre os homens e diversa, já pelos processos, já pelos resultados daquela que provem dos próprios homens, e a ação dos membros de uma mesma geração, uns sobre os outros, difere da que os adultos exercem sobre as crianças e adolescentes.
2) Quais as duas definições ressaltadas por Durkheim? Explique o ponto fraco em que incorrem?
A primeira definição é a do desenvolvimento harmônico, mas que não é integralmente realizável, porque contradiz com a regra da conduta humana, que nos obriga a nos dedicarmos a uma tarefa, restrita e especializada. Não podemos, todos, nos dedicarmos ao mesmo gênero de vida.
A segunda é a pela a educação que teria por objeto fazer do indivíduo um instrumento de felicidade, para si mesmo e para os seus semelhantes. É que estas duas definições partem do pressuposto de que existe uma educação ideal, perfeita, apropriada a todos os homens. Seria uma educação universal e única. Só que a educação variou com o tempo e o meio.
3) O que é preciso, de acordo com Durkeim, para definir a educação?
Para definir educação, é necessário observar a história , comparar e conhecer os aspectos históricos dos sistemas educativos que hora existem e em toda a sua existência, de modo geral, aprendendo com esses modelos e retirando deles diretrizes. A partir do conhecimento e desta comparação construir elementos comuns nos quais precisam atender as necessidades no processo de educar.
4)De acordo com Durkheim, que fatos levam cada sociedade a fazer do homem certo ideal, tanto do ponto de vista intelectual quanto físico e moral?
Segundo o autor, que função o "ideal" a ser realizado tem que suscitar na criança ? Um certo numero de estados fisícos e mentais que a sociedade considera como indispensáveis a todos os seus membros; certos estados fisícos e mentais, que o grupo social particular (casta, classe, familía, profissão) considere igualmente indispensáveis a todos que o formam. A sociedade, em seu conjunto, e cada meio social em particular, é que determinam este ideal a ser realizado.
6) A partir da definição "a educação é a ação exercida pelas gerações adultas sobre as gerações que não se encontram ainda preparadas para a vida social; tem por objetivo suscitar e desenvolver, na criança certo número de estados fisícos, intelectuais e morais, reclamados pela sociedade política no seu conjunto e pelo meio especial a que a criança, particularmente, se destine" o que conclui Durkheim? Explique.
A educação consiste numa socialização metódica das novas gerações. Em cada um de nós, pode-se dizer que existem dois seres. Um, constituido de todos os estados membros que não se relacionam se não conosco mesmo e com os acontecimentos de nossa vida pessoa; é o que se poderia chamar ser individual. O outro é um sistema de ideias, sentimentos e hábitos, que exprime em nós, não a nossa personalidade, mas o grupo ou grupos diferentes de que fazemos parte; tais são as crenças religiosas, as crenças e práticas morais, as tradições nacionais ou profissionais, as opiniões coletivas de toda a espécie. Seu conjunto forma o ser social. Constituir esse ser social em cada um de nós tal é o fim da educação.
7) Como o autor explica que sociedade e individuo são idéias dependentes?
Na concepção de Durkhein, sociedade e individuo são idéias dependentes por que um depende do outro. O individuo age perante a sociedade evidenciando mudança. Já a ação exercida pela sociedade, através da educação tem por objetivo engrandecer o individuo. Para engrandecermo-nos devemos esforçar-se diante do que buscamos.

SOU O QUE EU GOSTO...


Interdisciplina Escola,Cultura e Sociedade

Semana1/Atividade1

"SOU O QUE EU GOSTO...
Sou verão, dia quente, piscina, mar, mas não sou rio.
Sou filme de comédia com pipoca salgada.
Sou dia lindo com passeio. Passeio com afilhados,filho,namorado.
Sou férias, feriado, fim de semana. Sou família, sou mae Leila,pai Rubem,mano Fabricio,mano Vinícius,mano Marcelo,sou Joao Pedro;meu filho.
Sou sexta-feira, sou jantar com amigas. Sou Carla,Camila,Teka,Claudia,Sany,Denise,Daniela.
Trabalho??? REALIZAÇÃO!!! Meus alunos, dedicação e preocupação.
Sou mais salgado do que doce. Sou pizza de calabresa, nuggets, batata frita, churrasco .
Da salada de frutas sou melancia. Sou suco de laranja. Sou chocolate preto. Sou sorvete da Dona Leda. Sou lazanha, , sou panqueca.
Sou jeans. Suplex. Sou salto. Sou tênis. Sou secador e não chapinha. Sou banho quente e gelado. Sou perfume. Sou hidratantes.
Sou UFRGS,Pead Sapiranga,Currículo,Português. Não sou matemática.
Das profes que já tive, sou Isvânia ,Ana Maria, Ana Maria, Ana Maria...
Do Santa, sou só a gincana. Sou a 301, a Maiara, a Luisa e a Paula...
Dos professores sou a Chane, Zenar, Janet, Jaque, Jaque, Jaque...
Sou dicionário, sou internet, sou orkut, MSN.
Sou Zibia Gasparetto. Sou Martha Medeiros.
Sou música, Papas da Língua, Ivete Sangalo, Ana Carolina, Jota Quest, Paralamas. Sou pagode.
Sou branco. Rosa. Azul. Preto. Vermelho.
Sou INTER.
Sou Taquara. Sou gaúcha.
Sou chimarrão.Sou amiga. Sou olhos castanhos. Sou morena. Sou cabelo liso.Sou bonita.
Sou meu computador. Sou meu quarto. Sou meu filho Joao Pedro.Sou meus alunos.
Sou gatinho Eduardo.
SOU EU MESMA: Sou amiga da escola. Sou Willybaldo Bernardo Samrsla-CIEP.
Sou personalidade forte.Sou pisciana.Sou sonhadora. Sou feliz. Sou vida...
Sou Luciane. Sou Lu. Sou mãe. Sou amiga.Sou profe..."
Desculpe, mas não consegui postar no blog da colega,pois o meu não se encontra; sumiu.
Já avisei para o professor Crediné e para a Celi.
Comentário;
Lendo o texto A Ilha Perdida,entendo que não é muito fácil falar de si próprio,mas achei uma maneira muito boa de descrever-me.Li um texto de Martha Medeiros que ensina exatamente a falarmos o que realmente somos e gostamos .Achei fácil e gostoso fazer esta atividade.

Thursday, October 26, 2006

VISITA AO BLOG DA MADEBE

Madebe,fiquei encantada com o teu blog.Gostei das tuas atividades e das tua fotos.Às vezes estamos sem rumo, mas alguém entra em nossa vida, e se torna o nosso destino. E esse curso entrou em nossas vidas realmente para mudar nosso destino;em busca de conhecimentos e amizades! Obrigada por ser minha colega,beijos!!!! Lu

VISITA AO BLOG DA MARA

Oi Mara,parabéns pelo teu blog,percebi que você é extremamente guerreira ,dedicada e está sempre em busca de novos caminhos (desafios),sempre com a esperança de uma grande melhora! Parabéns colega, conte sempre comigo! beijinhos Lu

VISITA AO BLOG DA MARCIA

Marcia,gostei muito de visitar teu blog,achei interessante tuas fotos ,mensagens e a maneira como tu escreves claramente os assuntos tratados. Conte comigo sempre colega! Parabéns,beijos LuOs melhores momentos na vida é ir à luta com garra e determinação...abraçar a vida e viver sempre com paixão... perder com classe e vencer com ousadia...porque o mundo pertence a quem tem coragem e se atreve...a vida é muito para ser insignificante...

Max Weber ECS 5


Seu pensamento, no entanto, aparece como uma verdadeira síntese da tradição científica e filosófica da Alemanha moderna, pois resgata o melhor da metodologia e dos conceitos já formulados para propor uma ciência social em que os múltiplos fatores se encontram relacionados e se explicam recíprocamente.Dominação, segundo Weber,é uma forma de se obter obediência. Esta obediência pode ser provocada por meio de três formas definidas: Legal, Tradicional e Carismática.Dominação Legal, oriunda de leis e estatutos. O indivíduo obedece por que lhe foi imposto de uma forma legal e a não obediência pode gerar conflitos sociais e sérios aborrecimentos.Uma sociedade necessita de leis e estas devem ser cumpridas e obedecidas para o adiantamento moral do seu povo, para que a cultura seja perpetuada de uma maneira honesta. Sem obediência à leis, o indivíduo, acostumado a se curvar, se desnortearia diante da possibilidade de não haver um amanhã.Dominação Tradicional, como por exemplo, a prole que obedece o patriarca.A família é a primeira sociedade do homem e é ali que ele consolida seu caráter, para o bem ou para o mal.Este tipo de dominação é fundamental para o bom crescimento do homem, pois a família é o alicerce de toda sociedade e é nela que a pessoa aprende a amar e ser amado, a obedecer e ser obedecido, a ser bom filho e, consequetemente, um bom pai.Dominação Carismática, gerada à partir de uma devoção afetiva e, às vezes, quase doentia, à uma pessoa provida de muito carisma ou è uma entidade sobrenatural.Concordo com o autor sobre estas dominações, estes tipos de obediência que fazem a humanidade andar, mesmo porque a humanidade se movimenta pelo amor ou pelo ódio, jamais pelo medo.A dominação legal nos impínge uma série de legados, alguns excelentes e necessários, outros, obsoletos e inúteis, mas nos faz ir adiante na vida, com educação, em paz.A dominação carismática não obedece à muitas regras de comportamento, mas é perigosa. Perigosa porque o indivíduo venerado pode não ser um ideal de líder. Perigosa porque o indivíduo que adora, obedece cegamente seu mestre, sem procurar saber o que é certo ou o que é errado.A dominação tradicional é a mais sábia e correta das dominações. A família ainda é a melhor instituição que existe. A origem da família é tão remota quanto a própria humanidade. Ela é a comunidade de todos os dias, com a incumbência de atender às necessidades primárias e permanentes do lar.Cícero cunhou a expressão, consagrada pelo tempo: *A familia é o princípio da cidade e origem ou semente do estado.*Para o cidadão evoluir profissionalmente, socialmente, ele deve obedecer a estes três tipos de dominação: Obedecer as leis, respeitar e honrar seus pais e amar à Deus.*O verdadeiro líder não impõe sua vontade, modela-a.*

Sunday, October 15, 2006

15 de outubro, DIA DO PROFESSOR!!!!



SER PROFESSOR(A) É: SER SONHADOR(A) Ao contemplar seu semblante,mergulhamos num serque traz o mistério de Ensinar,de educar, de sempre recomeçar.És um aprendiz com as experiênciase fazes sempre nascer algo novo.És um ser poeta, escritor, cantor e compositor.Despertas o outro para as maravilhas do viver.Um sábio, porque carregas a sabedoriacurtida nas noites não dormidas.E por encantar-se com a sabedoria da vida...És um mago, um ser mágico...Por ajudara definir caminhos,dimensionar projetose por inúmeras vezes,como um ser SONHADOR,vislumbrar nosso futuro.Parabéns Professora!(autoria desconhecida)

Thursday, September 28, 2006

MINHA ESCOLA


E.E.E.M Willybaldo B. Samrsla
Rua Osvaldo Aranha ,sn
Bairro Empresa - Taquara,RS
CEP 95.600-000
Fone/fax(0xx51)3542.63.22

A escola que trabalho...


Sou professora na Escola Estadual de Ensino Médio Willybaldo Bernardo Samrsla , meu nome é Luciane Bischoff, trabalho no magistério há 8 anos.
A Escola onde trabalho completou 12 anos de existência no dia 17 de junho de 2006.Recebeu este nome em homenagem ao Sr.Willybaldo Bernardo Samrsla que foi prefeito no Município de Taquara.
Atualmente a escola possui em seu quadro funcional 47 professores e 7 funcionários; atendendo 1.140 alunos distribuídos nos turnos manhã, tarde e noite ,desde a Educação Infantil até o Ensino Médio.

Os ambientes existentes são;

*25 Salas de aula ,*Laboratório de Informática ,*Laboratório de Ciências, *Biblioteca, *Sala de Múltiplas;*Sala de Vídeo(TV 29, vídeo e DVD), *Secretaria,*Sala da Coordenadora,*Sala de Professores,*Sala do Grêmio Estudantil,*Sala da Rádio,*Sala do Almoxarifado,* Cozinha com dispensa,* Refeitório,*Pequeno depósito para materiais de expediente,*Banheiro para professores,*Banheiros: feminino e masculino para os alunos,*Pátio com cancha ,* Ginásio de esportes,*Pracinha* Horta e Guarita.
A equipe diretiva atual é composta pela diretora Mara Antônia Salomé e pelas vices-diretoras Daniela Zaltran(turno manhã),Neuza Marques de Souza(turno da tarde) e Nedir Ghelen(turno da noite),sendo apoiadas pelo Conselho Escolar e Círculo de Pais e Mestres.
A escola tem como filosofia: Educar para a vida, visando a construção de uma pessoa digna o consciente de seu papel na sociedade em que vive,através da participação solidária e comprometida consigo e com o grupo buscando a satisfação das necessidades e anseios individuais e coletivos;sujeito e agente construtor e transformador da história.
A escola mantém parceria com a FACCAT, entidade que proporciona aos alunos de 1º à 4º séries do Ensino Fundamental,aulas de reforço escolar no turno inverso às aulas. Participam das oficinas de grafite,xadrez e capoeira proporcionada pela Secretaria de Educação de Taquara .
E através do projeto BEM,Bairro Empresa Melhor os alunos têm oportunidade de participar de várias outras oficinas tais como: desenho e pintura, futebol,danças gauchesca,ciclismo,corte de cabelo,manicure e ballet.
Espero que estas informações tenham despertado a curiosidade em conhecer a escola que trabalho.

Wednesday, August 30, 2006

A IDADE CERTA PARA SER FELIZ!!!!!!


" Existe somente uma idade para ser feliz. Somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar, fazer planos e ter energia bastante para realizá-los a despeito de todas as dificuldades e obstáculos. Uma só idade para a gente se encantar com a vida, viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo, nem culpa de sentir prazer. quantas vezes for preciso. ...Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa."

AULA INAUGURAL

Na abertura do curso,aula inaugural, estava anciosa e ao mesmo tempo curiosa para saber como seria os procedimentos .

PRIMEIRA AULA

No primeiro dia de aula foi interessante e divertido , resolvi as atividades que o professor Crediné passou e ainda ajudei alguns colegas a resolver . A parte de informática que ele passou entendo bem.Gostei muito pois o grupo de colegas são legais,interessadas e divertidas.